quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Esses dias...

Sabe, de uns tempos pra cá as coisas mudaram...
Houve uma mudança nas crenças...
Uma mudança nos pensamentos...
Uma revisão de conceitos...
Um olhar para o passado...
E, vendo e revendo a mim mesmo, chego com todo prazer diante do espelho e ofereço o diploma que tanto me esforcei para conseguir!


Pois as vezes "mudamos" e essa mudança é só a percepção de que eu hoje posso ver que o eu de ontem merece o certificado acima!

Imagem encontrada no site:  http://pilandia.com.br/




terça-feira, 27 de setembro de 2011

American Pie: o contágio

Num dia desses, no meio das loucuras atuais, deixei o horror de lado por um segundo e voltei meus olhos para a comédia, procurando alguma coisa boa para assistir...
Logo me lembrei de American Pie...
(tortinhas pra ilustrar *-*)

Na época que o filme foi lançado eu nem tinha meus...15 anos, acredito...
O fato é que na época eu nem dava atenção ao filme.
Anos depois (voltamos ao assunto ali de cima), eu me senti impulsionado a dar algumas gargalhadas e precisava de um bom filme como pretexto para tal :)
Tendo visto o filme citado, passei a observar um estranho padrão nos filmes de comédia atual:
1- Sexo;
2- Jovens;
3- Jovens casais (problemáticos ou não, não faz diferença, no fim acaba bem);
4- "aventuras" (que nada mais são do que o cenário para que tudo isso acima aconteça).
Sei lá, achei pertinente vir aqui e desabafar um pouco... Porque se qualquer um observar bem é o mesmo American Pie sendo distribuído repetidas vezes em pedaços diferentes que se chamam "filmes".
O tema que não me fazia rir há mais de dez anos só parece mais vazio nos dias de hoje, quando não é mais só um exagero de filme, mas uma realidade de jovens que vêem tudo como os quatro tópicos acima...
Prefiro ver o bom e velho Charlie Chaplin.

Obs: as opiniões citadas acima são de um idiota aluado e mal amado, caso não coincidam com seu gosto, esqueça delas. Lembre-se apenas do crédito da imagem, que é do site: http://www.allposters.com.br/

:D

domingo, 18 de setembro de 2011

Não


Não é lindo, irmão do sim que nunca o deixa em casa quando sai.
Cada não abre um sim, cada sim, um não.
Hoje eu reflito sobre todas as coisas que rejeitei pra ser quem sou...
Quantas mais rejeitarei... E a privação do sim imediato, será que me fará alguém pior ou melhor?
De qualquer forma eu penso nas coisas que negamos... É lembrar o motivo da vida de cada um...

Imagem surrupiada do blog: http://marysimplicio.blogspot.com/

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Julgamentos

Estive pensando nesse dia... Pensando num conhecido que fazia umas coisas meio doidas....
Quando menino era normal, só "dando uns perdidos" nos pais de vez em quando pra ir onde queria...
Cresceu e mudou muito! Deixou o emprego por vontade própria; antes ajudava o pai na loja, decidiu largar pra viver seus ideais, acho que não faltou gente chamando de vagabundo...
Arrumou um monte de amigos, um monte. De tudo quanto era tipo, de gente culta a pobre... Também, ia em tudo quanto era lugar!
De dia o homem andava pra cima e pra baixo com aquele povo todo, de noite ia lá pro meio da balada contar suas histórias, não que fosse de se envolver na loucura, mas onde tinha bêbado, prostituta e doido, ele tava no meio.
De tanto visitar esse tipo de lugar acabou fazendo amizade com uma prostituta. PENSA no que falaram do cara e do grupo todo andando com UMA mulher que ainda era prostituta!
Nem cortar o cabelo ou fazer a barba ele devia fazer, não tinha tempo de tanto que caminhava. Chamaram até de capeta de tão desajeitado que era.
O povo gostava do mano, era conhecido aqui e ali, vira e mexe voltava passava na vizinhança falando com todo mundo. O problema mesmo foi quando encrencaram com ele e mandaram pra cadeia.
Pior ainda foi que, depois da sentença o povo começou a ver ele com outros olhos. Não era mais o amigo, nem o companheiro de caminhada. Todo mundo com ideia errada dele, falando que era autoritário, que queria isso e aquilo sendo que ele só queria o povão junto dele o tempo todo.
Conheço a história toda dele e ele nunca descriminou nem por raça, cor, opção, religião. O assunto dele era sentar e conversar, onde estivesse!
Aí, tem gente que tem pena da sentença dele lá na cadeia, mas acho que fez bem, se não eu nem teria conhecido ele!














Um salve pra JESUS! Amigo que nunca exigiu dinheiro, nem sacrifício, nem mistério nenhum, porque com ele era tudo às claras; mano e pai de todo mundo!

sábado, 10 de setembro de 2011

Entrevista e o engrenar :O

Há alguns poucos dias eu não posto...
Estou ansioso por ter de fazer um teste prático numa empresa! (Já passei pela entrevista :o).
Enquanto aguardo, continuo escrevendo o Engrenar dos ventos e meu texto oculto ainda sem nome o_ o

Decidi que o Engrenar dos ventos não será um texto muito longo, por ser apenas minha primeira experiência com contos, sendo assim, creio que mais alguns contos bastam para encerrá-lo. Logo mais estarei disponibilizando-o completo no Bookess.

domingo, 4 de setembro de 2011

Vaidade

Só pra recordar o sentimento, aí vai a pintura de Michelangelo que retrata Narciso, da mitologia grega, que não vai ser bem o foco dessa postagem, mas seu mito pode ser visto aqui: (clique na imagem)


Ok, e daí?

Esses dias (ontem) decidi tirar algumas das ideias da cabeça e passar para meu próximo texto, que pretendo fazer de uma maneira mais focada e séria, sem tantos erros.
Nas primeiras letrinhas já me veio à mente o antigo sentimento de insegurança que eu cultivava a tempos atrás, e identificar essa insegurança foi simples (creio que estou ficando bem treinado quando o assunto é insegurança o_ o); logo passei a refletir num assunto antigo... A vaidade.
SIM, a vaidade... Sentimento que pouca gente conhece por achar que se trata apenas do culto à própria imagem, o que de certo modo não está errado em sua definição, porém, a vaidade se estende a um campo bem além disso, e o pior, mais profundo.
Se eu fosse fazer da vaidade uma figura, seria uma máscara. Mas essa bem diferente das outras, pois pode ser sobreposta de diversas outras, onde tiramos e colocamos de modo a agradar quem nos vê nas "tribos" que existem na sociedade. E digo tudo isso na minha experiência, sem julgar a qualquer outro, que existe uma máscara de aluno, uma de empregado, uma de familiar, uma de cidadão, até de cristão!
Minha maior preocupação foi a do caráter bizarro dos meus textos, que envolvem, na mais profunda das descrições, o que há de "feio" para ser escrito, de modo que meu teclado não vai poupar morte, nem medo e nem personagens com caráter duvidoso; o que me levou a refletir, como eu ficaria "diante das pessoas" quando lessem meus contos de horror?
Bem, foi razão de alguns meses para que o dilema se solucionasse e só houve uma resposta: a primeira face. Sim, o primeiro rosto, aquele que não é coberto por máscara alguma. Se lhe pudesse dar nome, chamaria de VERDADE, a tão sonhada verdade.
O que ocorre comigo (não sei se também com o leitor) é que o sobrepor de máscaras só me faz adequado a um padrão sem cores, sem que me conheçam como eu sou, e o pior, sem frutos. A verdade é que nos afogamos em personagens para no fim perceber que nos esforçamos para ser o que não somos e padecemos em depressões profundas durante vidas infelizes lamentando as rejeições de alguém que mal nos conhecia.
Então, é sem máscara alguma que eu confesso meus ídolos, como Lovecraft, que foi considerado herege.
Confesso meus horrores, sim, eles também, pois de toda a cena que escrevo EU sou o cabo transmissor, e aquela criação, graças somente a Deus, se faz presente em mim para ser transmitida.
Não sou, nem quero ser, um padrão de terno que oculta seus próprios defeitos em gestos, frases e costumes fingindo ser o que não é. Sou sim, seguidor do evangelho de Cristo, porém, se EU me colocasse em chavões e simulasse um falso conhecimento, seria apenas mentira.
E fique dito que vale mais o que há em mim, seja por Deus ou por minhas criações horrendas que Ele me permite imaginar, do que qualquer tempo perdido com qualquer pessoa que conhece apenas minhas máscaras, se envolvendo apenas de corpo (o que nunca ocorreu) com quem é mais do que isso (para ambos os lados).
Então afirmo que não preciso de alguém para ser completo, antes me sustento em mim mesmo, e em expressar tudo aquilo que foi corrompido e oculto em máscaras; e se o meu eu é macabro, é pela graça de Deus que me permite, sem jamais perder meu sentido natural de me expressar pela escrita.

Só alguns pensamentos matinais *- *
Preciso melhorar minha escrita :/
:3

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Reflexão e devaneios

É... Parei e comecei a refletir...
Não sei a crença do leitor, porém reflito comigo na antiga frase "viu Deus que era bom".
Não sei se minha insignificância é coisa alguma para que eu dê palpite ou opinião, mas penso que Ele, com maiúsculo mesmo, fez primeiro tudo que era ruim, se não não haveria motivo para "enfim" ver o lado bom.
Aparte desse pensamento, eu só saúdo a divindade com minha adoração, mesmo insignificante.
Pois a melhor coisa que Deus fez é o potencial, e se para alguns o potencial é pólvora de canhão, pra outros é coisa tão bela como essa voz:


Só fico a pensar, com minha cabecinha grande, em como deve ser ter a ideia de um futuro onde as pessoas podem fazer coisas tão belas...
Eu sei que horrores passam pelas nossas vistas todos os dias, e que muitos já duvidam se tudo pode piorar, mas é bom ver e ouvir a beleza da voz humana e agradecer a Deus por poder ouvir e participar desse show chamado vida...

(O vídeo não é meu, os créditos vão para o devido usuário, e nem o som é dele, porém é reproduzido sem fins comerciais....
O bom humor parece não ser meu... Mas dessa vez é :D )